Minhas crÃticas a Tróia seriam tão desnecessárias quanto o próprio filme; portanto, leitor amigo, vamos evitar maiores constrangimentos. Direi apenas que decidi ignorar futuras adaptações cinematográficas de obras literárias; vou reler os originais e ser mais feliz.
Despeço-me com uma confissão brilhante de Páris em diálogo com Helena:
-Você pensa que eu sou um covarde? Eu sou um covarde.
Bem-aventurados os que entraram na sala escura e dormiram; mais bem-aventurados os que ficaram em casa.
Posted by Mercuccio at maio 31, 2004 1:14 PM