maio 31, 2004

o mero charlatanismo

Minhas críticas a Tróia seriam tão desnecessárias quanto o próprio filme; portanto, leitor amigo, vamos evitar maiores constrangimentos. Direi apenas que decidi ignorar futuras adaptações cinematográficas de obras literárias; vou reler os originais e ser mais feliz.

Despeço-me com uma confissão brilhante de Páris em diálogo com Helena:

-Você pensa que eu sou um covarde? Eu sou um covarde.

Bem-aventurados os que entraram na sala escura e dormiram; mais bem-aventurados os que ficaram em casa.

Posted by Mercuccio at maio 31, 2004 1:14 PM