dezembro 7, 2004

Ooooh, fishy, fishy, fishy fish!

Diogo Mainardi, que a tapas e pontapés tornou-se autor de um best-seller sobre o Bananão e o presidente Banana Joe, iniciou sua carreira literária com a publicação de Malthus. Os contos FEB e Sra. Rio Branco lembram o Oswald de Andrade de Serafim Ponte Grande; a novela que dá título ao livro lembra Flann O'Brien. Voltaremos com uma resenha mais detalhada após o recado de nossos patrocinadores.

Aproveito para anunciar, com muita humildade e falta de pretensão, que nos próximos dias enfim revelarei o Grande Segredo da História do Cinema; minha tese, fundamentada em documentação legítima e de boa procedência, seguirá os mais rigorosos padrões do método científico e transbordará em coerência intrínsica, interna, intra-venosa e orto-molecular; para tanto, precisarei apenas gastar mais do que queria em DVD's do falecido Stanley - morto, sepultado, embalsamado, celebrado e juramentado.

E agora, com vocês, aquele que ainda será considerado o melhor interlúdio de uma categoria qualquer da literatura da Basiléia:

STRANGE MAN:
I wonder where that fish has gone.
STRANGE WOMAN:
You did love it so. You looked after it like a son.
STRANGE MAN:
And it went wherever I did go.
STRANGE WOMAN:
Is it in the cupboard?
AUDIENCE:
Yes! Yes! No!...
STRANGE WOMAN:
Wouldn't you like to know? It was a lovely little fish.
STRANGE MAN:
And it went wherever I did go.
MAN IN AUDIENCE:
It's behind the sofa!
STRANGE WOMAN:
Where can that fish be?
MAN IN AUDIENCE:
Have you thought of the drawers in the bureau?!
RANDOM:
Shh!
STRANGE WOMAN:
It is a most elusive fish!
STRANGE MAN:
And it went wherever I did go.
STRANGE WOMAN:
Ooooh, fishy, fishy, fishy fish!
STRANGE MAN:
A-fish, a-fish, a-fish, a-fishy, ooooh.
STRANGE WOMAN:
Ooooh, fishy, fishy, fishy fish!
STRANGE MAN:
That went wherever I did go.


Mudança nos planos: a verba destinada aos DVD's do Kubrick será aplicada na caixa do Kung Fu do Carradine. Ou na caixa dos Marx. O Grande Segredo da História do Cinema fica para 2005, se você não fizer a descoberta sozinho ao rever as reprises da sessão da tarde. Ooompa-loompa-doompa-de-do.

Posted by Mercuccio at dezembro 7, 2004 6:37 PM