" /> Nucopardoca: agosto 2004 Archives

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agosto 29, 2004

atravessando a conga irlandesa

De tão feliz por não ter sido atropelado por Rubinho em Silverstone, Neil Horan tirou o doce da boca da criança.

unbreakable signs of a sixth sense

Unbreakable, até aqui, é a melhor realização de Meia-Noite Sai-a-mala. Bruce Willis faz as mesmas caretas de sempre, Samuel L. Jackson também - com um pouco mais de convicção. Há certo determinismo maniqueísta no roteiro - a existência do herói invulnerável pressuposta como complemento à existência do coadjuvante frágil - mas fotografia, edição e enquadramentos são excelentes.

O Sexto Sentido falha em reduzir roteiro e montagem a meros suportes do truque final. Noventa minutos de lição-de-casa para justificar um truque pevisível de meio-minuto.

Sinais usa uma dose extra de humor - por conta de Joaquin Phoenix e das crianças - para tratar dos temas prediletos do diretor - a vocação perdida, a família arruinada, a possibilidade de redenção - mas torna-se um filme menor ao exibir aqueles etzinhos ridículos. Despenca do terror psicológico à aventura juvenil ao optar pela narativa da vitória da humanidade sobre o desfile dos marcianos de látex em Juiz de Fora.

Detalhe importante é a hidrofobia do Saiamala: tanto o super-herói de Unbreakable como os terríveis ets de borracha de Sinais são vulneráveis à agua; donde se conclui que o diretor não goste de tomar banho.

agosto 25, 2004

o guia genial dos povos [repost]

banana joe.bmp


Banana Joe é um homem do povo.


Banana Joe é amigo das crianças.

Banana Joe é educação.

Banana Joe é segurança.

Banana Joe é transportes.

Banana Joe é experiente mediador em impasses econômicos e conflitos internacionais.

Banana Joe em seu início de carreira como despachante.

Banana Joe combate o imperialismo paraguaio.


Veja também: Banana Joe é destaque na imprensa européia.


Ouça o jingle da campanha de Banana Joe.

agosto 24, 2004

Me dá sua mão. Põe aqui. Sentiu?

O primeiro movimento da Quinta Sinfonia de Beethoven anuncia o início do filme. Diante da câmera, sentados, com as mãos sobre a mesa, um jovem, Doutora Havanir, Doutor Enéas e uma jovem. Doutor Enéas discursa. No final, sem tirar os olhos da câmera e sem alterar o tom da voz, Doutor Enéas move a mão esquerda, bolina a jovem - no exato momento em que brada cinqüenteiseisssss! - e instantaneamente reconduz a mão a sua posição original.

Pode prestar atenção, a imagem está lá.

apaguem a memória do roteirista de Catwoman

O filme da mulher que usa o chapéu da Turma do Mickey tem felinos bonitos, mas vejo felinos bonitos todos os dias e eles não cobram R$12,00 para sorrir para mim. Aquela mulher também veste roupa de sibarita, mas a trilha sonora é uma porcaria Beyoncée/J-Lo. Duas horas que não valem o MEAAAU da Michelle Pfeifer.

Já o Brilho Eterno é bem bom. Joel e suas lembranças de Tangerina fogem da queima-de-arquivo em sua memória, enquanto coadjuvantes promovem a festa do cabide em volta de seu corpo. Nonsense por Charlie Kaufman, mais próximo do divertido Dangerous Mind que do cansativo Adaptação.

O Ano da Internação de Mercuccio no Manicômio

Jim Loki, o porta-voz da hecatombe.

E a tela começou a tremer freneticamente. Hmmm, sai, coisa do demo.

agosto 23, 2004

vá e não volte mais

Alain Peyrefitte disse que os franceses também têm obsessão por salvadores-da-pátria e pelo paternalismo estatal. Não é uma exclusividade brasileira.

Pare de choramingar; vá trabalhar, vagabundo.

pelos séculos dos séculos

- Que barulho foi aquele na rua da sua casa no fim da tarde?
- Fogos.
- Fogos?
- É. Fogos.
- Um balão com fogos?
- Não, eu soltei fogos.
- Soltou fogos por que?
- Por que sou o pirotécnico Zacarias. Estive morto, mas eis que vivo pelos séculos dos séculos.

intervalo

- Meu amor, você veio!
A velhinha se levanta e lhe dá uma abraço.
- Não, mas não era com você que eu estava falando.
A velhinha continua a abraçá-la.
- Você gosta muito de mim! Você é mulher ou homem?
A velhinha insiste no abraço e não responde.
- Você é mulher ou homem?
- Jundiaí - responde finalmente a octogenária.

Minutos depois:

- Deve ter sido muito difícil lutar depois da fatura, depois da fratura.


Eta povo besta. Não é a luz, eu sei, mas o povo é besta.

agosto 21, 2004

o sedentário que saiu do armário

Na adolescência, em uma tentativa de interromper um duradouro relacionamento com o sedentarismo, matriculei-me em uma academia de artes marciais. Primeira tarefa da primeira aula: ajoelhar-me diante da fotografia de Steven Seagal. Lembrei de todas as obras de arte onde mestre exibia sua canastrice e não tive dúvidas: disse ao professor que precisava fazer um telefonema para evitar a crise internacional que o suicídio do presidente de Burkina-Fasso provocaria e nunca mais voltei.
Semanas depois visitei outra academia, onde o venerado guru na foto era Chuck Norris. Voltei aos braços do sedentarismo, com quem desde então vivo totalmente satisfeito em estável união civil; já o nomeei como meu procurador, meu testamentário e meu beneficiário previdenciário.

agosto 20, 2004

zat-wibberlee-wobberlee feeling

Oh we allll WALK ze wibberlee woberlee WALK
and we allll TALK ze wibberlee woberlee TALK
and we alll WEAR wibberlee woberlee TIES
and-look-at-all-ze-pretty-girls-with-wibberlee-
wobberlee eyes. Oh
We allll SING ze wibberlee wobberlee SONG
until ze day is dawn-ing,
and-we-all-have-zat-wibberlee-wobberlee-wobberlee-
wibberlee-wibberlee-wobberlee feeeling
in ze morning.

agosto 19, 2004

Gran Finale

"Seja anátema a piada interna", dizia o homem com lombrigas.

Daí chegou um negão de três pernas, foi comer todo mundo e caiu.

agosto 18, 2004

televisão

o mabeco

O mabeco ataca em matilhas. Líderes se revezam guiando os outros na corrida. Uma vítima é separada do seu bando. Não é morta de uma vez. Os mabecos mordem de todos os lados. A vítima cai no chão e ainda vive e respira enquanto a matilha rasga suas entranhas.

A gazela mãe é grande demais para os dois jovens chacais matarem. Atacam o filhote. A mãe tenta afugentá-los. Enquanto um corre dela, o outro morde a cria na garganta. A mãe não pode contra os dois ao mesmo tempo. Quando o filhote enfim morre a mãe assiste aos chacais comerem a carne fresca.

Começou a propaganda eleitoral.

agosto 16, 2004

Poema de sete faces do doutor Lao

Quando nasci, um anjo torto
de bêbado e já sem gravata
disse: Mercuccio, tu é mó gente fina,
te considero pra caramba, aí.

agosto 15, 2004

Hardy Har Har

Num programa da TV Cultura apresentado pela Inezita Barroso, "Viola, Minha Viola", que por sinal eu detesto, apareceu o sujeito que antigamente dublava a tartaruga Touché, Babalu, Zé Colméia e Catatau, e mais um monte de Hanna-Bárbaros. O homem é também cantor de música caipira. Quase fui às lágrimas com as vozes. Tenho de ficar logo rico e contratá-lo unicamente para me acompanhar e ficar imitando a hiena Hardy Har Har a cada passo meu: "Ó vida, ó azar! Isso não vai dar certo!"

cancioneiro

Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada

Mas se pagava
IPTU
Para os caciques
Do alto Xingu

the show must go wrong

Persistir escrevendo, continuar – talvez no erro – mesmo quando não se chegue a ser nem sábio, nem espirituoso, nem ha-ha funny ou sequer hee-hee funny e muito menos bwah-ha-ha, ho-ho-ho, heh-heh-heh funny.

agosto 14, 2004

Eis que vos envio como Lobo no meio dos cordeiros

o maioral

No planeta Bizarro, C. S. Lewis foi roteirista de quadrinhos e Lobo, the last Narnian, é personagem da graphic novel "Mere Christianity", traduzida no Bananão como "Se liga em JC". Isso porque os tradutores não mudam muito. O Bananão bizarro quase é igual ao outro, mas um dos dois é governado pelo Sassá Mutema, esqueci qual.

A história começa deste jeito: Lobo chega ao planeta Bizarro, aterrissa a moto num vendedor de incenso e diz a um transeunte.

– Escuta, xará, cê conhece o JC?
– Quem?
– O cara da cruz, cacete. Seguinte, eu sou o maioral, mas o JC é que salva.
– Salva do quê?

(Mete um soco no sujeito.)

– Salva de pergunta mané, palhaço!

agosto 13, 2004

acende e pira

Jogaram um cigarro e botaram fogo num falo gigantesco lá em Atenas, um monumento a Ganimedes. Agora canta, musa, canta, é linda a oliveira na avenida! Deixa a ninfa te levar, ninfa leva eu.

A grande competição era para ser Kal-El, também conhecido como Stálin ("o de aço") contra o Capitão Marvel. Já aconteceu, foi lá em "Kingdom Come". Para espanto de todos o uso de raios é tolerado pelo Comitê Olímpico, então representado por Diana, princesa das amazonas e modelo do Victoria's Secret.

estado-de-circo

No início do Trinta Anos esta Noite o Homem Santo relata a papagaiada do 1º de Abril: esquentaram a panela por uma década e, na hora grito, afinaram. Na caserna e no palácio revoada geral, gaiola das loucas, canastrões à procura de um roteiro: insurgentes desdenharam, legalistas aderiram, pijamas marcharam sobre o quintal. Munição e fogos-de-artifício poupados, blindados encalhados em Taubaté.

No Bananão nem conspiração funciona. Nem isso sabem fazer.

Pouco antes da morte Sua Santidade foi Deus na Broadway, ou me engano?

A menção à panela resgatou na memória "O PANELEIRO"; tarde vai o dia, a pira já faísca. Voltaremos após o breve recado de nossos patrocinadores.

Mister Gob for his squab

Mister Bean for his queen.

A cobra quer fumar mas a pira ainda não foi acesa.

Será convidado ao ingresso na ordem wundermística o senador que afligiu-se com a fama de seu ísquio. Ah, a festa da tocha flamejante nos círculos inferiores.

Em breve, russaiada.

segura o Zacarias

Sócrates ressurreto! Sim, aquele condenado à morte por ingestão de Sukita esteve entre nós.

O Negão também esteve entre nós. De agasalho Adidas vermelho, qual produtor doméstico de maconha hidropônica em filme britânico. Fez a ronda, armou a tocaia, mas não pegou ninguém, para decepção de almas delicadas que em vão tentaram uma blindagem à prova de pernósticos.

As Torres Gêmeas evitaram um encontro, pelo temor da proximidade de um bojudo Enola Gay, arremessado em trajetória desgovernada, prenhe de incontáveis comentaristas munidos de IP's dinâmicos.

Conservado em formol, o anseio de gerações, o mal-estar de todo um século: Ah, Rasputin, não te lembras de mim?

E, com a augusta aurora, a horripilante manchete no periódico:
ZACARIAS VIOLADO NO FULGOR DA BOEMIA.

agosto 11, 2004

a Zona Fantasma, Lu Bu Wei e o reino da Dinamarca

Contos Licenciosos, o blog da vontade do céu.

agosto 10, 2004

Daqui a pouco:

festasfelizes.gif

queimando o filme

O segredo do fotógrafo ainda não foi revelado.

agosto 9, 2004

metido em sebos ou "festa literária internacional para mim"

No Messias da Praça João Mendes, Sob o vulcão, por R$ 7,00. Tradução, sim, mas com um prefácio de 11 páginas do próprio Lowry - na verdade uma resposta do Lowry a uma carta de um leitor. No sebo Liberdade, na Praça Carlos Gomes, Trinta anos esta noite por R$ 8,00. Vi lá também uma coletânea do Francis, Opinião Pessoal, Civilização Brasileira, por 7 ou 8 dinheiros.

No Sebo 2000, Metrô Ana Rosa, comprei A Casa das Bonecas, compilação recente em P/B, R$ 25,00. Títulos DC-Vertigo/Brainstore (Preacher, Hitman, Transmetropolitan, Sandman apresenta, Invisíveis, Lobo) saem por R$ 2,00 e graphic-novels X-Men, Wolverine e Fênix, R$ 3,00.

A melhor compra do sábado foi a mais inesperada: no Messias da João Mendes encontrei as seis edições de American Flagg publicadas pela Abril em 1990, largadas em um canto, em EXCELENTE estado - parece que saíram da gráfica ontem. Só R$ 2,00 cada. Como sou bonzinho reuni outra coleção - incompleta, Cedibra/Abril, péssimo estado - e deixei na última estante, sob uma capa vazia de Black Kiss - já estava vazia quando eu cheguei. Hard Times é fácil de encontrar: no centro sai por R$5,00, no Sebo 2000 há edições simples por R$ 3,50 e a versão luxo - capa dura, em inglês - por R$ 40 e poucos. E a ponta-de-estoque da São João virou loja de LP's.

Compro Prelúdios e Noturnos ou A Liga Extraordinária, em inglês ou português, por até R$ 35,00.

Está bem, em inglês pago R$ 40,00.

agosto 7, 2004

quando a Graça dança, eu também devo dançar

Sobre um tombo que ecoou uma melodia que nunca ouvi:

A graça não veio a mim inicialmente nas formas ou nas palavras de fé. Fui criado numa igreja que, com freqüência, utilizava a palavra, mas com significado diferente. A graça, como muitos termos religiosos, ficou desprovido de significado, de modo que eu já não podia confiar nela.
Primeiro experimentei a graça por meio da música. Na faculdade cristã que freqüentava eu era considerado um desviado. As pessoas oravam por mim publicamente e me preguntavam se eu não precisava de exorcismo. Eu me sentia embaraçado, perturbado, confuso. As portas do dormitório eram trancadas à noite, mas felizmente eu morava no primeiro andar. Eu descia pela janela do meu quarto e me esgueirava para a capela, que tinha um grande piano Steinway. Na capela às escuras, a não ser por uma luzinha para ler a música, eu ficava sentado mais ou menos uma hora todas as noites para tocar as sonatas de Beethoven, os prelúdios de Chopin e os improvisos de Schubert. Meus dedos pressionavam uma espécies de botão palpável para o mundo. Minha mente estava confusa, meu corpo estava confuso, o mundo estava confuso - mas ali eu sentia um mundo oculto de beleza, de graça e de maravilhosa luz como uma nuvem e surpreendente como a asa de uma borboleta. (...)
Mais ou menos na mesma época, me apaixonei. Foi exatamente como levar um tombo, um trambolhão que me virou do avesso, deixando-me em um estado de alegria incontrolável. A terra se inclinava sobre seu eixo. Naquele tempo eu não acreditava em amor romântico, pensando que fosse uma construção humana, uma invenção dos poetas italianos do século XVI. Estava tão despreparado para o amor quanto estivera para a bondade e a beleza. De repente, meu coração parecia inchado, grande demais para meu peito. (...)
Descobri que é terrível sentir-se grato e não ter ninguém para agradecer, estar extasiado e não ter ninguém para adorar. Gradualmente, muito gradualmente, voltei para a fé descartada de minha infância. Eu havia experimentado "gotas de graça", a expressão de C. S. Lewis para descrever aquilo que desperta uma saudade profunda do "perfume de uma flor que não descobrimos, o eco de uma melodia que não ouvimos, notícias de um país que nunca visitamos".

(Philip Yancey, What's so amazing about grace?)

agosto 6, 2004

the rolling bush

Se The Dixie Chicks, The Beastie Boys, The Offspring, Ministry, System of a Down, Green Day, Bad Religion, Foo Fighters, Rancid, No Doubt, Jello Biafra, Pennywise, Sonic Youth, The Donnas, NOFX, R.E.M., Pearl Jam, Radiohead, Coldplay, Tom Morello, Moby, Bono Vox, Bruce Springsteen, Whoopi Goldberg, Susan Sarandon, Madonna e Sean "P-Diddy" Combs opõem-se a uma mesma pessoa, ESSA PESSOA DEVE TER A RAZÃO.

Não é óbvio?

agosto 5, 2004

por uma zarabatana que me traga Buffy, Cordelia e a pequena Sophie

Out of Mind, Out of Sight, episódio em que Buffy salva Cordelia da vingança de uma garota desprezada por todos é variação de uma das melhores histórias de Dylan Dog, Memorie Dall'Invisibile. A conclusão do episódio é um tanto ridícula, lembra os piores momentos dos X-Files, mas é compensada pelos inefáveis figurinos de Buffy e Cordelia.

Sem os erros históricos de O Nome da Rosa e sem as distorções da adaptação de From Hell, O Enigma da Pirâmide é um dos melhores filmes do gênero; honesto, não insulta a inteligência do espectador. As cenas das alucinações por envenenamento pelos dardos da zarabatana são excelentes; lamentável no cinema atual é a relação diretamente proporcional entre os milhões de dólares gastos em efeitos especiais e a escassez de criatividade. O cântico dos adoradores de Osíris lembra Carmina Burana, mas Madame Zarabatana é careca com tranças verdes e o filme ainda traz a linda e jovem Sophie Ward.

agosto 3, 2004

Raízes do Brasil

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Cultura

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Casa Grande e Senzala

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Secretaria de Receita Federal

Secretaria de Receita Federal.jpg

Juventude

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Notícias do Planalto

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Congresso

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Cargo de Confiança

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Partido

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Affirmative Action

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Universidade

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Dercy Gonçalves

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Alta Costura

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Hebe Camargo

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minha amiga esquerdinha e o liberalismo em prosa e verso de Carmen Electra

1) O essencial von Mises: R$ 8,90
2) Esquerda e direita; perspectivas para a liberdade: R$ 8,90
3) Entre os cupins e os homens: R$8,90
4) A mentalidade anticapitalista: R$ 9,90
5) A teoria da exploração do socialismo comunismo: R$ 9,90
6) O mistério do Dr. Fu Manchu: R$ 8,90

Livros disponíveis na ponta-de-estoque ao lado do McDonald's da Rua Augusta, a 50 metros da estação Consolação do metrô. O vendedor Severino conhece todos os títulos do local; beije a careca dele e ganhe um desconto.

A mentalidade anticapitalista e Entre os cupins e os homens estão esgotados no Instituto Liberal. De O essencial von Mises comprei uma edição a mais para minha linda amiga esquerdinha, que semana passada lia uma biografia do Che.

Starsky & Hutch
vale o ingresso, graças à dupla Stiller-Wilson e à medida certa de humor no roteiro. E ainda tem Carmen Electra.

agosto 2, 2004

eu amo aquele marinheiro dentuço

Mason & Dixon em português.

V. é delicioso e não é tão difícil; serve bem para os ritos iniciáticos na ausência de O Leilão do Lote 49. Apesar de renegada pelo autor a coletânea de contos Slow Leaner merece atenção - considere que o padrão de excelência de Pynchon é superior ao seu. Especialistas recomendam evitar a iniciação através da obra-prima Gravity's Rainbow.


E se você nunca ouviu falar em Pynchon leia isso, isso e isso.