
Posição de poder e prestígio.
Jacques DeMolay nasceu em Vitrey, Distrito de Haute Saone, França, no ano de 1244. Nada se sabe sobre sua infância e adolescência, exceto que aos 12 anos ele não se perdeu durante uma excursão a Jerusalem e aos 30 não foi sommelier em um casamento em Caná da Galiléia.
Aos 21 anos, Jacques entrou para a Ordem dos Cavaleiros Templários, concessionária da Igreja Católica Romana para proteger e guardar as estradas entre Jerusalém e Acre, no divisa com o Peru. A Ordem dos Cavaleiros Templários participou das Cruzadas Coquetel e conquistou campeonatos de criptogramas, caça-palavras, dominox e silabox.
Nobres e príncipes enviaram seus filhos para serem Cavaleiros Templários e isso fez com que a Ordem passasse a ser muito rica e popular em toda a Europa, para inveja dos astros do Real Madrid, da Vera Loyola e do rei Filipe, o Belo, ex-cantor e presidiário.
Em 1298, Jacques DeMolay foi nomeado Grande Mestre dos Cavaleiros, uma posição de poder e prestígio; Jacques ganhou mas não levou, pois os sarracenos brandiram chicotes e expulsaram os Templários do Templo. Os Hospitaleiros nada puderam fazer porque não foram expulsos dos sanatórios.
Os Cavaleiros foram curtir as férias em Chipre, enquanto esperavam voltar ao poder nos braços dos barnabés. Em 1305, Filipe, o Belo, percebeu que 07 anos de folga para os Templários era um exagero, decidiu que o vice-presidente em viagem à China não deveria assumir e telefonou para o Comando Militar do Leste. O General Ladário atendeu, de pijama, e passou o telefone para o Papa Clemente V, que avisou o delegado Esquin Paranhos Floyran. Jaques DeMolay foi preso e torturado por outros 07 anos, quais de pastor Jacó servia Labão, pai de Raquel serrana bela, mas não servia ao pai, servia a ela.
Franceses saíram às ruas para ouvir Fafá de Belém, veio a redemocratização e DeMolay foi queimado em um poste na Praça Castro Alves, que é do povo. Antoine de Saint-Exupéry dedicou ao Cavaleiro das Cruzadas Coquetel o décimo-quarto capítulo do Píncipe, de Maquiavel: a chama que se apaga é a vida de Jaques DeMolay; a chama acesa é seu ideal que sobrevive e recebe visitas às terças.

Chamas no alto do poste em memória do Cavaleiro.